Escaneie ou busque.
Aponte a câmera para o código de barras, ou digite o nome do produto. O catálogo cobre 84 mil itens da prateleira brasileira, com sincronia diária às bases públicas. Funciona offline depois da primeira sincronização.
Comida Verificada é um banco de dados aberto e científico que decifra rótulos, ingredientes e aditivos — para que cada decisão de compra venha com a clareza que ela merece. Sem alarmismo, sem julgamento, sem propaganda.
"Conservantes, emulsificantes, edulcorantes, antioxidantes, corantes — em média, um produto industrializado lista mais de uma dúzia de ingredientes. Quantos deles você consegue, de fato, reconhecer?" — Equipe Comida Verificada
O problema não é só técnico. É de acesso. Agências regulatórias publicam pareceres em PDFs de 80 páginas; jornais traduzem em manchetes alarmistas; redes sociais transformam em pânico. No meio do caminho, quem está na fila do caixa fica com uma decisão binária e nenhuma camada intermediária de informação.
Comida Verificada existe para preencher essa lacuna. Não é um aplicativo de denúncia. É um instrumento de leitura — um banco de dados que cruza pareceres de cinco agências regulatórias e devolve, em poucas linhas, o que foi dito, por quem, e em que contexto.
1 Estimativa baseada em amostra de rótulos da base aberta Open Food Facts, recorte Brasil, 2024.
O fluxo do app foi desenhado para ser usado de pé, no corredor do mercado, com uma mão. Da consulta à decisão, em segundos.
Aponte a câmera para o código de barras, ou digite o nome do produto. O catálogo cobre 84 mil itens da prateleira brasileira, com sincronia diária às bases públicas. Funciona offline depois da primeira sincronização.
Cada análise destaca o que pesa: aditivos restritos, classificação NOVA, sódio, açúcar, alergênios. Em linguagem do consumidor — com a fonte regulatória sempre ao lado, em letras pequenas, mas presentes.
Veja como o mesmo tipo de produto se comporta em diferentes fabricantes. Sem ranking, sem julgamento — só os dados, lado a lado. A escolha continua sendo sua. O instrumento entrega o que falta: a informação completa.
Restrições alimentares, perfis familiares, intolerâncias. A análise se ajusta ao seu contexto — não ao contrário. Você define o que importa, e o app destaca apenas o que cabe na sua dieta. Inclusive perfis separados para crianças.
Toda análise no Comida Verificada é cruzada com pelo menos três fontes regulatórias públicas. Onde elas divergem — e divergem com frequência —, mostramos a divergência. Onde a ciência ainda não chegou, dizemos que não chegou.
Risco é contexto, não veredicto. Um aditivo "restrito na Noruega" pode ser tecnicamente seguro em uso ocasional. Mostramos o cenário inteiro, não a manchete.
Cada afirmação no app aponta para o documento regulatório de origem. O usuário pode descer ao documento original quando quiser — em qualquer aparelho, sem login.
Quando agências discordam (e discordam), mostramos as duas posições. Ciência regulatória é um processo, não um veredicto único.
Os dados são públicos, auditáveis e exportáveis. Pesquisadores, jornalistas e nutricionistas podem reusá-los livremente sob licença aberta.
Aponte e leia. O catálogo de 84 mil produtos da prateleira brasileira responde em menos de um segundo, mesmo offline. Nenhuma análise sai do aparelho sem fonte regulatória anexada.
Cada componente — aditivo, conservante, corante — vem com ficha completa. CAS, ADI, status regulatório por país.
Salve produtos, monte listas de compra, acompanhe seu padrão de consumo ao longo dos meses.
Selecione dois produtos da mesma categoria e veja a leitura lado a lado, sem ranking.
Restrições e perfis alimentares definem quando — e por que — você é avisado.
Crie perfis separados para cada membro da família. As crianças têm seu conjunto de restrições; o adulto, o seu. A análise se ajusta a quem está consultando.
Compare como o mesmo aditivo é tratado em Brasil, União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Japão. As diferenças contam uma história.
Interface neumórfica — superfícies macias, sombras duplas, sem ruído. Foi desenhada para reduzir a tensão emocional do consumo de informação alimentar. O olho relaxa; a leitura fica.
A primeira pergunta foi simples. Por que decidir o que comprar virou um exercício de decifração? Por que um pacote de biscoito traz um romance de ingredientes — e nenhum vocabulário para entendê-lo? Por que a saúde pública tem tantos dados, e nós, no supermercado, tão pouca clareza?
Comida Verificada nasceu para reduzir essa distância. Não como julgamento sobre o que é certo ou errado comer — isso cabe a cada pessoa. Mas como um banco de dados aberto que reorganiza, em linguagem honesta, o que já existe nas agências sanitárias, nos laboratórios e nos comitês internacionais.
Trabalhamos com fontes públicas e auditáveis. Mostramos o contexto, não o veredicto. Citamos quem disse o quê. Quando há divergência entre agências reguladoras — e há, com frequência —, mostramos a divergência. Onde a ciência ainda não chegou, dizemos que não chegou.
Acreditamos que informação alimentar é serviço público. Por isso o app é gratuito. O catálogo é aberto. As metodologias são publicáveis. Nosso compromisso não é com produto nenhum — é com quem está na fila do caixa, segurando uma caixa, tentando decidir.
O app entra em beta fechado em maio de 2026. Quem se inscreve agora recebe acesso antecipado e contribui para o ajuste fino do banco de dados.
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